Homofobia, você sabe o que é isso? Você é homofóbico?

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Mordaca gay - Caminho Sagrado

Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, te excluirei de meu sacerdócio; já que esquecestes a Lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos” Oséias 4, 6

Os cristãos já perseguidos no Brasil e no mundo, no Brasil a perseguição intelectual e em alguns países a perseguição física, de algum tempo para cá uma nova acusação vem criando força, a acusação que somos homofóbicos.

Infelizmente a grande maioria dos cristãos ouvem essa acusação sem fundamento e se calam, pois como diz o profeta Oséias 4, 6 “Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, te excluirei de meu sacerdócio; já que esquecestes a Lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos” e infelizmente, nosso povo não tem muita formação.

Assim como a Igreja, que aceita o pecador, mas não aceita o pecado, a intenção não é descriminar ninguém e muito menos ofender, é tão somente a defesa a explicação de um leigo católico cristão frente a tais acusações, com base no que a Igreja nos ensina. São Paulo nos diz em Efésios 5, 11 “e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente”, portanto aqui, estamos falando do pecado e não do pecador.

O que é homossexualismo?

Primeiramente, vamos entender a palavra “homessexualismo”, que é um termo em desuso que costumava definir a relação afetiva e amorosa entre pessoas de mesmo sexo como uma doença (através do sufixo “ismo”), o sufixo “ismo” remete a doença e por isso, hoje em dia o termo utilizado pelos defensores LGBT é homoafetividade ou homosexualidade, pois assim não se remete a doença.

O que é homofobia?

A palavra Fobia ou Phobia (do grego φόβος, “medo”), em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objetos, animais, lugares ou pessoas. Fobias em si, são consideradas doenças psicopatológicas. De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais, a fobia simples pode ser dividida em, pelo menos, cinco categorias: Animais (aranhas, cobras, sapos, etc.); Aspectos do ambiente natural (trovoadas, terremotos, etc.); Sangue, injeções ou feridas; Situações (alturas, andar de avião, elevador ou metrô, etc.); Outros tipos (medo de vomitar, contrair uma doença, etc.), portanto meu irmão e minha irmã, quando alguém o chamar de homofóbico, estará o chamando de doente.

Ditadura gay

Nós cristãos, não concordamos com o pecado, com o homossexualismo e sobretudo com essa ditadura gay, que tentam empurrar goela abaixo na população. Fazendo jogo de palavras em cima do povo com pouco esclarecimento, como por exemplo a palavra “homoafetividade” ser empregada para casais homossexuais, isso é um absurdo. Veja bem, homo-afetividade quer dizer afeto entre pessoas do mesmo sexo e não que essas pessoas tenham relações sexuais, que sejam um “casal”. Por exemplo, eu como homem, tenho afeto pelo meu filho, por meu pai, meu avô, meu irmão, etc e não tenho relações com eles. Você que está lendo esse artigo, certamente tem afeto por pessoas do mesmo sexo que você e não quer dizer que você tenha relações sexuais. Isso é um absurdo, um jogo de palavras para enganar o povo e batem tanto na tecla, que chegará um momento que isso se tornará “normal”.

Uma minoria quer impor suas vontades sobre uma imensa maioria, não perdoam nem mesmo as crianças, querem que elas recebam educação sexual (homossexual) já na pré-escola, um absurdo! Com a argumentação que “menino” e “menina” são imposições sociais e não definições naturais. Essa afirmação é simplesmente uma aberração, já que desde o ventre da mãe, é formado na criança os órgãos sexuais masculino e feminino, bem como a carga hormonal. O mais incrível disso tudo é que esse tipo de ideologia é patrocinado com dinheiro público e ainda faz parte de pauta do MEC (Ministério da Educação e Cultura).

A Igreja aceita o pecador, mas não o pecado

Como mencionei acima, a Igreja Católica Apostólica Romana não descrimina o pecador, ela aceita a pessoa pecadora, mas não aceita o pecado. Para as pessoas que mentem, dizendo que a Igreja é preconceituosa, segue abaixo um fragmento de um documento da Congregação da Doutrina da Fé, a Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais:

Optar por uma atividade sexual com uma pessoa do mesmo sexo equivale a anular o rico simbolismo e o significado, para não falar dos fins, do desígnio do Criador a respeito da realidade sexual. A atividade homossexual não exprime uma união complementar, capaz de transmitir a vida e, portanto, contradiz a vocação a uma existência vivida naquela forma de auto-doação que, segundo o Evangelho, é a essência mesma da vida cristã. Não quer dizer que as pessoas homossexuais não sejam frequentemente generosas e não se doem, mas quando se entregam a uma atividade homossexual, elas reforçam dentro delas mesmas uma inclinação sexual desordenada, caracterizada em si mesma pela auto-complacência.

Mesmo dentro da Igreja formou-se uma corrente, constituída por grupos de pressão com denominações diferentes e diferente amplitude, que tenta impôr-se como representante de todas as pessoas homossexuais que são católicas. Na realidade, seus adeptos são, na maioria dos casos, pessoas que, ou desconhecem o ensinamento da Igreja, ou procuram subvertê-lo de alguma maneira. Tenta-se reunir sob a égide do catolicismo pessoas homossexuais que não têm a mínima intenção de abandonar o seu comportamento homossexual. Uma das táticas usadas é a de afirmar, em tom de protesto, que qualquer crítica ou reserva às pessoas homossexuais, à sua atitude ou ao seu estilo de vida, é simplesmente uma forma de injusta discriminação.

Muitas comunidades católicas têm pessoas com formação para atendimento pastoral de pessoas homossexuais, pois ao contrário do que a grande mídia diz, existem muitas pessoas homossexuais que buscam atendimento em nossas Paróquias e Comunidades.

O que o Catecismo da Igreja Católica diz?

No Catecismo da Igreja Católica, também vai abordar de forma respeitosa e detalhada o que o comportamento homossexual influi na questão natural da procriação, por exemplo:

“A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atração sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que “os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.” Parágrafo 2357

A Igreja ensina no Catecismo que as pessoas homossexuais devem ser acolhidas nas comunidades:

“Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objetivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.” Parágrafo 2358

Para ser um católico verdadeiro, é preciso ser obediente a doutrina da Igreja. Assim, como a doutrina da Igreja não permite que casais de segunda união não tenham vida sacramental, ou seja, não podem comungar e se confessar e que para tanto, a Igreja recomenda uma vida casta, uma vida sem relações sexuais, uma vida quase de irmãos a esse casal, os homossexuais também não podem ter uma vida sacramental e tão pouco viver sua homossexualidade, a Igreja os chama para a castidade, a viver uma vida de santidade:

“As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.” Parágrafo 2359

O que a Bíblia diz?

Respeitar nossos corpos e nosso leito matrimonial

Mencionei documentos da Igreja para provar que ao contrário do que dizem, a Igreja não é preconceituosa, agora vamos trazer essas questões a luz da Bíblia, que também é o fundamento dos documentos da Igreja. A Sagrada Escritura, nos ensina que devemos respeitar nossos corpos, conforme I Coríntios 6, 13 “Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos. Deus destruirá tanto aqueles como este. O corpo, porém, não é para impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o corpo”, também nos ensina que devemos manter nosso leito matrimonial imaculado, ou seja, sem mancha de pecado conforme Hebreus 13, 5 “Vós todos considerai o matrimônio com respeito e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros”.

Homossexualismo é condenado na Bíblia

Assim como adultério e a embriaguez, o comportamento homossexual também é condenado na Bíblia, desde o antigo testamento como em Levítico 18, 22 “Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação”, também no capítulo 20, 13 “Se um homem dormer com outro homem, como se fosse mulher, ambos cometerão uma coisa abominável” até o novo testamento em I Coríntios 6, 9-10 ““Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” e também no livro de Romanos 1, 26-28 ““Por isso, Deus os entregou as paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relação a natureza. Do mesmo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno”.

Cuidado com o fundamentalismo e com o relativismo

Em nossa sociedade temos os extremos, o fundamentalismo e o relativismo. O fundamentalismo é culpado por boa parte dessas acusações que os cristãos são homofóbicos, isso porque primeiramente não entendem como pensa esse movimento e nem como são construídas as argumentações. A ciência moderna diz que tudo é normal, ou seja, se o homem tem um determinado comportando é normal, pode ser até imoral como por exemplo, o incesto, a necrofilia (sexo com cadáveres), a zoofilia (sexo com animais), mas é normal, pois é um comportamento humano e por isso, em um debate quando uma pessoa diz que o comportamento homossexual é “anormal”, deixa grandes brechas para esse tipo de acusações, pois os defensores dessa ideologia gay se baseiam nessa visão “moderna” de ciência.

A argumentação que talvez não deixaria muitas brechas para isso é que, de acordo com nossa doutrina, de acordo com as Sagradas Escrituras, de acordo com nossas normas de conduta moral, a prática homossexual é errada. Embora, o grande problema nesse movimento não é exatamente a prática homossexual em si, se uma determina pessoa que ter práticas homossexuais que as tenha em sua intimidade, mas o problema em si é querer impor isso a sociedade.

Já o relativismo, dá margem para interpretação bíblica, dizendo que não há problemas ter relações homossexuais, com a argumentação por exemplo, que “o que importa é o amor, já que Deus é amor”. Veja bem, quando se falar em amor de Deus, é o Ágape, ou seja, o amor incondicional e não o amor Eros, ou seja, essa amor sexual.

Diante disso, sabiamente a Congregação para Doutrina da fé vai dizer:

“Deve-se ressaltar todavia que, embora no contexto de uma diversidade notável, existe uma evidente coerência no interior das mesmas Escrituras no que diz respeito ao comportamento homossexual. Por isto, a doutrina da Igreja acerca deste ponto não se baseia apenas em frases isoladas, das quais se podem deduzir argumentações teológicas discutíveis, e sim no sólido fundamento de um testemunho bíblico constante. A atual comunidade de fé, em ininterrupta continuidade com as comunidades judaicas e cristãs no seio das quais foram redigidas as antigas Escrituras, continua a alimentar-se com aquelas mesmas Escrituras e com o Espírito de Verdade do qual elas são a Palavra. É igualmente essencial reconhecer que os textos sagrados não são realmente compreendidos quando interpretados de um modo que contradiz a vigente Tradição da Igreja. Para ser correia, a interpretação da Escritura deve estar em acordo efetivo com esta Tradição.”

Ensinar a Sã Doutrina é a maior forma de caridade

O Papa Paulo VI, vai dizer “não minimizar em nada a doutrina salutar de Cristo é forma de caridade eminente para com as almas” e também, Bento XVI “Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida”, portanto meu irmão e minha irmã, se você tem problema com o homossexualismo e que tenha buscado a verdade, uma vida de santidade, peço que não se ofenda ou se sinta excluído da Igreja.

Talvez, você que esteja lendo esse artigo esteja pensando, que a tentação é a maior que vontade de sair dessa vida, mas a Palavra de Deus vai dizer em São Tiago 1, 14-15 ““Cada um é tentado pela sua própria concuspiscência, que o atrai e alicia. A concuspiscência, depois de conceber, dá a luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado gera morte”.

A verdade nos liberta, não só do homossexualismo, mas de todos os pecados conforme São João 8, 31-32 “E Jesus dizia aos judeus que nele creram: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

Cumpro a obrigação de fiel leigo, alertando os irmãos e irmãs acerca de nossa fé, pratico a caridade conforme Efésios 4, 15 ““Mas, pela prática sincera da caridade, cresçamos em todos os sentidos, naquele que é a Cabeça, Cristo”, pois a omissão também é pecado conforme São Tiago 4, 17 “Aquele que souber fazer o bem, e não o faz, peca”.


A Paz!

Fernando Y. Kanizawa
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