JESUS APARECE AO SANTO PADRE PIO “TODO MALTRATADO E DESFIGURADO” PELOS MAUS SACERDOTES

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Entre outros exemplos dignos da maior atenção e respeito, figura a carta que em 7 de abril de 1913 o santo Pe. Pio de Pietrelcina endereçou a seu diretor espiritual, o padre capuchinho Agostino da San Marco in Lamis (1880-1963). 
Nela, o Pe. Pio descreve com as seguintes palavras uma aparição de Nosso Senhor Jesus Cristo padecendo dores de agonia provocadas pela conduta dos sacerdotes indignos:

“Na sexta-feira de manhã eu me encontrava ainda na cama, quando Jesus me apareceu. Estava todo maltratado e desfigurado. 
Ele me mostrou uma grande multidão de sacerdotes regulares e seculares, entre os quais diversos dignitários eclesiásticos; destes, alguns estavam celebrando, outros se paramentando, e outros se despojavam das vestes sagradas.
“A visão de Jesus angustiado causava-me muita pena, por isso quis Lhe perguntar por que sofria tanto. Não obtive nenhuma resposta. 
“Contudo, seu olhar se dirigiu para aqueles sacerdotes; mas pouco depois, quase horrorizado e como se estivesse cansado de fitar, retirou o olhar e, quando o voltou para mim, observei com grande horror duas lágrimas que Lhe sulcavam o rosto.
“Distanciou-se daquela turba de sacerdotes com uma grande expressão de desgosto na face, gritando: ‘Açougueiros!’
“E voltando-se para mim, disse: ‘Meu filho, não acredites que minha agonia foi de três horas, não; Eu estarei, por causa das almas mais beneficiadas, em agonia até o fim do mundo. Durante o tempo da minha agonia, meu filho, não se deve dormir. 
“‘Minha alma vai em busca de alguma gota de compaixão humana, mas infelizmente me deixam sozinho sob o peso da indiferença. A ingratidão e o sono de meus ministros tornam minha agonia mais pesada. 
“Oh, como correspondem mal ao meu amor! O que mais me aflige é que à indiferença essas pessoas juntam o desprezo, a incredulidade.
“‘Quantas vezes Eu estive para fulminá-los, se não tivesse sido contido pelos anjos e pelas almas enamoradas de Mim… 
“Escreve ao teu confessor e narra-lhe o que viste e ouviste de Mim esta manhã. Diz-lhe que mostre a tua carta ao Provincial…
“Jesus ainda continuou, mas o que Ele disse não posso jamais revelar a criatura alguma neste mundo. 
“Essa aparição me causou uma tal dor no corpo, mas ainda mais na alma, que durante todo o dia fiquei prostrado e julguei que fosse morrer, se o dulcíssimo Jesus já não me tivesse revelado… [Nota do editor: “as reticencias são do Pe. Pio. Não é possível saber qual foi o objeto desta revelação”.]
“Jesus infelizmente tem razão para lamentar de nossa ingratidão! Quantos desgraçados de nossos irmãos correspondem ao amor de Jesus lançando-se de braços abertos na seita infame da maçonaria!
“Rezemos por eles, a fim de que o Senhor ilumine suas mentes e toque seus corações. (…) A guerra dos cosacci* vai se intensificando cada vez mais, mas não tenha medo, com a ajuda de Deus”.

*  *  *
Notas:
* A expressão cosaccio (plural cosacci, derivado de coisa) é uma das diversas formas depreciativas com as quais o Padre Pio se referia ao diabo.
Retirado de: Padre Pio da Pietrelcina, Epistolario I, por Melchiorre da Pobladura e Alessandro da Ripabottoni, San Giovanni Rotondo 2004, pp. 350 e ss., carta no. 123
Fonte: aparicaodelasalette.blogspot

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