O aborto e a luta contra a família na extinta União Soviética

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Tempos atrás, ainda na época das eleições, ouvi algumas pessoas afirmando que o regime soviético tinha traços de pensamento conservador e que por isso, o que diziam das políticas de controle populacional de partidos progressistas eram apenas fake news. Segundo essas pessoas, na União Soviética foi proibido o aborto e dificultado o divórcio.
Todavia, esquecem de mencionar que Stalin só fez isso, porque antes houve liberação sexual nos moldes de Charlie Fourier, que era ferrenho crítico do matrimônio monogâmico e que defendia que relações sexuais deveriam ser tratadas como necessidades básicas como beber água e dormir. As relações sexuais não deveriam ser moldadas por leis morais, que inclusive, defendia o incesto (sexo entre pais e filhos). Sem contar ainda com a liberação do aborto e a completa facilidade de divórcio. Resultado:
 
 
– Altíssimos índices de DST, tirando de combate vários soldados vermelhos;
– Taxa nunca antes veja de abortos. Acredita-se que 1/3 das gestações eram interrompidas. Há o caso de uma única mulher que teve registrado 26 abortos;
– Milhares de crianças abandonadas pelas ruas, uma vez que o conceito de família já mais existia e muitas vezes nem a mãe sabia quem era o pai, as crianças não desejadas e que não eram abortadas eram abandonadas nas ruas;
– Aumento substancial da criminalidade em decorrências das crianças abandonadas que geralmente, viravam criminosos dos mais variados.
Com o número muito grande de crianças abandonadas pelas ruas, o governo soviético para maquiar a conseqüência trágica de suas ações começou recolhe-las e encaminhar aos campos de concentração, conhecidos como “Gulag”, onde eram obrigadas a trabalhar até a exaustão e acabavam morrendo de inanição, doente, com frio, etc.
Para a população, o governo informava que as crianças eram bem tratadas e algumas inclusive, eram separadas para divulgação da propaganda, obviamente bem alimentada e bem vestida, mas logo também era ingressa nos campos de concentração.
O aborto foi proibido e o divórcio dificultado porque a nação soviética podia vir ao seu fim, uma vez que, não se geravam mais filhos, ou seja, não havia mais pessoas que pudessem vir a serem soldados das forças soviéticas.
Proibiriam e dificultaram porque era ruim para a revolução e somente. Os soviéticos nunca tiveram pensamento de humanidade com ninguém! Nunca tiveram defenderam valores morais, hoje, tido como “conservador”.
A questão é sempre a mesma, ou seja, se é bom para a revolução defendem e apóiam, se é ruim, combatem ferozmente sem qualquer restrição moral. O que importa é apenas a revolução e só.

 

A Paz!

Fernando Y. Kanizawa

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