O sentimentalismo e seu perigo

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Já dizia São João da Cruz “O demônio fica muito satisfeito quando percebe que uma
alma deseja receber revelações ou sente inclinações por elas, visto que neste caso lhe oferecem muitas ocasiões e possibilidades de insinuar erros e destruir nela a fé.”

Santo Inácio de Loyola, em sua regra para o discernimento dos espíritos diz: “É próprio do espírito mau, que se disfarça em anjo de luz, introduzir-se em conformidade com a alma devota e sair com proveito dele, isto é, suscitar pensamentos bons e santos, conformes com a tal alma justa, e depois procurar pouco a pouco atingir seus objetivos, atraindo a alma a seus enganos secretos e perversas intenções” (Discernimentos dos espíritos, 4o. regra)

Portanto, “A fé não é um sentimento. Deus pode nos dar, por vezes, um sentimento de alegria espiritual, mas não é o sentimento que prova que estamos com Deus.
Antes, a Igreja previne que não nos deixemos enganar pelos sentimentos. É a Fé que importa e não os sentimentos. E a Fé é uma virtude intelectual e não um sentimento.
Foram os Modernistas que reduziram a Fé a um sentimento interior, e eles foram condenados por isso pelo Papa São Pio X, na encíclica Pascendi.

Não existe termômetro para medir o calor do Espírito Santo nos corações. Não existe meio humano de comprovar que as pessoas receberam Deus em seus corações. Isso é crendice de protestantes que garantem que tiveram uma “experiência com Jesus.”

Orlando Fedeli


Fonte: Servo por Amor

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