Por que o católico não pode ser maçom?

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Recentemente um sacerdote do interior de Minas Gerais proibiu os fiéis com ligação maçônica que exercem funções em sua comunidade. Essa atitude por parte do sacerdote gerou muita polêmica chegando ser divulgado em rede nacional de televisão.

Mas será que o sacerdote estava errado? Seria possível um católico ser maçom? Se o católico for fiel realmente a sua fé, isso não é possível. Em 1738, o Papa Clemente XII condenou a Maçonaria mediante a Constituição “In Emninetil”, essa condenação também foi feita pelo Papa Bento XIV na Constituição “Provida” de 1751, também pelo Papa Leão XII na Constituição “Quo graviora” em 1825, além de mais vinte documentos do seu pontificado e pelo papa Leão XIII, na encíclica “Humanum genus” de 1884. Portanto, um católico fiel a sua fé, não pode ser maçon.

Nesse artigo, para não parecerem às famosas profecias de internet, iremos nos basear nos livros “Sobre o Ocultismo Mater Ecclesia” de Dom Estevão Bettencourt, falecido em 2008 e também do livro “Poder Global e Religião Universal” do Padre Juan Claudio Sanahuja.

A idéia aqui não é demonizar e condenar pessoas, mas sim, alertar os católicos sobre esse tema. Pessoalmente, conheço várias pessoas que são maçons e são ótimas pessoas! Pessoas muito honestas e sérias. Eu mesmo, já fui convidado por três vezes a participar da Maçonaria, mas não aceitei. Portanto, reafirmando a idéia não é demonizar pessoas, mas alertar o povo católico quanto a esse erro, de ser católico e maçom.

Muitos católicos são atraídos a Maçonaria, mesmo não sabendo exatamente qual a mensagem que lhes serão repassadas, mas acreditam que obterão vantagens de ordem promocional, econômica, jurídica, etc. Se o pensamento for esse realmente, já esbarramos no Jesus diz em São Mateus 6, 24 “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.”

Fazer algo contra a Igreja, contra os ensinamentos dos Apóstolos é ir justamente contra o próprio Jesus, conforme São Lucas 10, 16 “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou”.

Origem da Maçonaria

O nome “maçom” vem do francês, que significa “pedreiro” e “franc” significa “livre”, portanto a atual Franco-Maçonaria se deriva das corporações de pedreiros medievais. Em sua grande maioria, dedicavam suas vidas na construção de igrejas e catedrais e tinham numerosos privilégios com clérigos e príncipes seculares da época.

No século XVI, o declínio do estilo gótico que era o estilo da época e a reforma protestante acarretou também o declínio desse grupo de pessoas. Mas para se manterem, a partir de 1641 esse grupo começou a aceitar membros provenientes de outros círculos, inclusive da nobreza da época. Esses novos sócios exerceram importante incentivo para evolução das corporações de pedreiros.

No dia 24 de junho de 1717, quatro lojas maçônicas de Londres se coligaram para constituir a “Grande Loja de Londres”, seis anos depois, em 1723 foram promulgados os estatutos da instituição pelo pastor presbiteriano James Anderson. Veja aqui, mais um motivo para que o católico busque conhecimento, pois não é difícil de encontrar pessoas, especialmente protestantes acusarem a Igreja Católica de terem criado e/ou de alguma forma a Igreja ter alguma ligação com a Maçonaria. Essa constituição foi alterada em 1738 e professava “a religião na qual todos os homens concordam entre si”, admitia sim a existência de Deus, mas sem mencionar o que seria esse Deus e muito menos mencionava Jesus Cristo e o Evangelho. Portanto, as únicas pessoas que estariam excluídas eram os ateus e libertinos.

Veja bem, a Maçonaria desde o seu nascimento tem como base o relativismo religioso, hoje um grande mal em nossa sociedade e que infelizmente tem chegado com muita força dentro da própria Igreja. O Papa Bento XVI já nos alertava que vivemos numa ditadura do relativismo:

A lógica deste dinamismo leva àquilo que Bento XVI denominou “a ditadura do relativismo”. Ou seja, diante da impossibilidade de estabelecer normas comuns, com a validade universal para todos, o único critério que permanece para determinar o que é bom ou mal é o uso da força, quer a dos votos quer a da propaganda ou das armas e da coerção. “Está-se a constituir uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida somente o próprio “eu” e os seus desejos” (J. Ratzinger, Homilia na Missa “pro eligendo Romano Pontífice”, 18 de Abril de 2005). A partir de tais pressupostos, seria impossível construir ou manter a vida social.

Na Maçonaria foi atribuído para Deus o título “Grande Arquiteto do Universo”. Base de tais princípios assegura-se cada membro das lojas plena liberdade de consciência e de crença, exigindo, porém com grande ênfase íntegra conduta moral.

Além de seus membros terem grande influência na sociedade da época, a ajuda mútua e o auxílio que prestavam entre si, fez com que a Maçonaria crescesse rapidamente. A primeira constituição da Maçonaria na França em 1742 professava abertamente o cristianismo.

Existe uma grande mentira propagada por ai, que a Maçonaria ajudou na construção do Templo de Salomão (1 Rs 5, 15-26), mas ela nada tem haver com Hiram, o rei de Tiro, tão pouco com os Cavaleiros Templários da Idade Média.

Evolução da Maçonaria

Como a Maçonaria não é um bloco monolítico, ou seja, com um centro político/administrativo único, ela se dividiu em várias orientações filosóficas e religiosas diferentes, representadas pelas lojas anglo-saxônicas e pelas lojas dos países latinos.

Lojas anglo-saxônicas

Entendem-se lojas dos países anglo-saxônicos como Inglaterra, Holanda, Norte da Alemanha, Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia. Nesses países, a Maçonaria conservou seus princípios doutrinários desde a origem até os tempos atuais, chegou a ter posições idênticas as da fé cristã e por isso foi chamada de “Maçonaria Regular”.

Na Inglaterra, a Maçonaria goza de posição de nobreza e em 1950 chegou afirmar que “presta genuína reverência ao Deus dos cristãos” e dizia mais, “a Franc-Maçonaria é inspirada pela fé da Idade Média e guarda-lhe fidelidade”. Embora tenha essa proximidade com a Igreja Anglicana, essas afirmações foram julgadas insuficientes por anglicanos e metodistas ingleses. A união entre Maçonaria e estado também se deu na Alemanha no século XIX

Na Alemanha, Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia a Maçonaria exalta Jesus Cristo e seus ensinamentos, a razão disso também se verifica a união da Maçonaria com os reis da Suécia e Dinamarca. Vamos pegar esses dois últimos países como exemplo, de como o relativismo é um problema sério. Na Suécia, país 53% de sua população acredita em ser vital supremo, um Deus, mas não o Deus cristão e 23% já são ateus completamente. Na Dinamarca, 47% acreditam um ser supremo vital, ou seja, não exatamente Deus cristão e 24% são ateus. Ambos os países essencialmente protestantes, entre os que diz professarem a fé.

Países latinos

Nos países latinos da Europa e América, a Maçonaria tem se portado de forma diferente, por isso usa-se a designação “Maçonaria Irregular”.

Em 1877 eliminou da loja “Grand Orient France” a exigência de profissão de fé no “Todo poderoso Arquiteto do Universo”. A loja Grand Orient tem se declarado radicalmente contra a Igreja e aos valores cristãos. Alguns escritores do século XVIII como Voltaire dizia “esmagai a infame Igreja”.

Em 1789 havia 65 lojas maçônicas em Paris tramando contra a Monarquia e a Igreja, buscavam o trono e o altar, ou seja, o poder total. A Maçonaria francesa cultuava também os ritos de iniciação e distingue em 33 graus e de progressiva penetração na filosofia nos planos maçônicos. Esses ritos como todos sabem são de caráter secreto.

Em 1968 o grão-mestre da Maçonaria Francesa, Jacques Miterand parafraseando Garnier Pagès dem 1848 dizia:

“A república tem suas raízes na Maçonaria e a Maçonaria é a república secreta… O serviço a república exige, no nosso mundo ocidental, a rebelião contra as forças da reação encarnada na Igreja Católica Romana. Nós nos contentamos com ser a República secreta no interior dos nossos templos; somos, ao mesmo tempo, a Anti-Igreja.”

Na Itália, a Maçonaria vê o fim não só do Estado Pontifício, ou seja, do Vaticano, como da própria Igreja. Na Espanha, os maçons apoiaram intensamente a república esquerdista de 1931-1936, ao qual foram mortos muitos religiosos e leigos católicos. Em 1931 a Espanha tinha cerca de 30.000 sacerdotes diocesanos, 40.000 religiosos (6000 sacerdotes entre eles) e cerca de 40.000 religiosas e monjas. No mesmo ano, por incitação do governo comunista, dezenas de igrejas e conventos foram saqueadas e incendiadas. (“Historia Total de España”, Ricardo de la Cierva, Editorial Fênix, Madrid, 2001; pág. 854).

Na América Latina, a partir do século XIX, a Maçonaria envolveu-se em tramas contrárias ao cristianismo, podendo mesmo ser designada como “Anti-Igreja”, por suas atividades passadas. Embora a Maçonaria Irregular tenha desaprovado e condenado sucessivamente tais atividades dos seus irmãos dissidentes ou irregulares, no México, por exemplo, com o apoio da Maçonaria o governo esquerdista iniciou uma luta armada contra a Igreja Católica que foi de 1926 e 1929, com leis anticlericais, conhecida como Lei de Calles, que visava eliminar direitos da Igreja Católica na sociedade mexicana.

Foram muitos mortos, para se ter uma idéia, em 1926 havia três mil sacerdotes no México e em 1934 apenas 334. Sem contar os leigos, que não negavam a fé em Jesus Cristo, o mais conhecido São José Sánchez de Río, canonizado recentemente pelo Papa Francisco. Um menino de 14 anos, mesmo sendo torturada não negou a Cristo e morreu gritando “Viva Cristo Rei!”.

No Brasil, no final do segundo império, na primeira metade do século XX, a Maçonaria incentivou seus membros a atitudes anticlericais ou mesmo anticlesiais. Para se ter uma idéia, as ordens religiosas, mosteiros e conventos foram impedidos de se recrutar pessoas. Quanto à república foi proclamada em 1889, estavam quase que completamente despovoados. Nessa época a “questão religiosa” foi recordada pelo bispo de Olinda, Dom Frei Vital, que sofreu grande perseguição. Algo muito semelhante aconteceu no Pará, o arcebispo Dom Antônio de Macedo Costa. Tais fatos motivaram a carta do Papa IX ao Imperador Dom Pedro II, no dia 09 de fevereiro de 1875 em que o Pontífice dizia:

“Bem sei que absolutamente não diferem (os maçons da América) dos que aqui existem, e que têm as mesmas tendências, as mesmas regras, o mesmo objetivo, e, assim como estão condenados os maçons da Europa, não resta dúvida de que incidem os maçons da América na mesma condenação”.

Atualmente no Brasil, constata-se que a Maçonaria esta dividida entre as hostis ao catolicismo e as neutras. Isso dependente muito dos tipos de seus componentes. Por exemplo, nos três primeiros graus de iniciação que são aprendiz, companheiro e mestre o maçom ainda ignora o alcance, os planos e as práticas todas da Maçonaria, que pode ser julgado facilmente como uma sociedade inócua ao cristianismo.

Há um testemunho de um ex-maçom, chamado Serge Abad-Gallardo, que durante vinte e cinco anos foi maçom e chegou ao grau 14 e que mudou sua vida, depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes e escreveu um livro. Nesse testemunho, ele diz que só depois de muito tempo é realmente revelado quais são realmente os planos da Maçonaria e a que foi consagrada sua vida.

Particularmente, acredito que a maioria, a imensa maioria das pessoas que atualmente entram na Maçonaria é por pura falta de conhecimento, como diz em Oséias 4, 6 “porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio; já que esqueceste a lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.”

A Igreja e Maçonaria

Pela história da Maçonaria, desde o seu nascimento e seu histórico já é possível entender o motivo pelo qual, a Igreja condena e não autoriza seus fiéis a aderirem. Oficialmente os motivos são: A atitude religiosa vaga ou genérica dos fundadores e mentores e o caráter secreto.

O caráter secreto é proibido pelo direito romano e pela polícia francesa em 1737 que dizia: “é proibido a todo cidadão reunir-se ou formar associação, sob qualquer pretexto e sob qualquer dominação, principalmente sob o título de Franco-Maçonaria. Ficam muito expressamente vetados a todos os proprietários de restaurantes, cabarés, albergues e congêneres receber tais grupos”.

Com essa imposição, os mestres maçônicos abusavam dos seus diretos, violentando as consciências humanas e criando um clima de arbitrariedade, que poderia favorecer tramas e maquinações perigosas tanto para a Igreja como para o bem da sociedade civil.

O código de direito canônico promulgado em 1917 impunha a excomunhão a todo católico filiado a Maçonaria. Em 1983, quando foi promulgado o novo código, já não cabia excomunhão, todavia isso não significava sinal verde para os católicos entrarem na Maçonaria. Foi o que a Congregação para a Doutrina da Fé declarou em 26 de novembro de 1983:

“Tem-se perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria pelo fato de que, no novo código de direito canônico, ela não vem expressamente mencionada como o código anterior.

Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional, seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece, portanto, imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.

Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciar-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto, segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981.

O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação.”

Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983. Joseph Card. Ratzinger, prefeito da Congregação para Doutrina da Fé

Razões para o “não”

Vejamos quatro motivos para o “não”

1-    Caráter secreto

O próprio caráter secreto é uma razão importante para o católico não ser maçon. O próprio Evangelho vai dizer em São João 3, 20-21 “Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus”.
O caráter secreto da Maçonaria, embora possa ter sido de índole inocente em seu início, de nada tem hoje, mas sim com intenções filosóficas e doutrinárias contra a fé cristã.

2-    Índole anticristã

Embora frente à sociedade atual, a Maçonaria tem se demonstrado “amiga” da Igreja, sorrateiramente tem sido hostis ao Cristianismo e a Igreja nos países latinos da Europa e da América. Muitas das dificuldades que se opõem a cristianização da vida pública em tais regiões são derivadas da Maçonaria, como por exemplo: escolas confessionais, ensino religioso nas escolas públicas, indissolubilidade do matrimônio, expansão das instituições católicas e assim por diante.

3-    Mentalidade relativista

Como mencionada no início do artigo, a Maçonaria já nasceu com essa mentalidade relativista, bastante crer apenas em um “deus” ou algo superior, chamado por eles como o “O grande Arquiteto todo poderoso do universo”.

Embora ela, a Maçonaria não imponha oficialmente o ateísmo ou indiferentismo religioso, a Maçonaria vê a religião em si como algo criado por homens e os deuses de todas as religiões serem os mesmos.

Como na visão maçônica, não há uma busca realmente pela verdade de fé, mas sim, tudo que fala de Deus é bom, um clichê hoje muito comum em nossa sociedade inclusive, faz com o que o fiel católico vá se afastando aos poucos complemente da fé.

4-    Maçonaria e religião

O relativismo doutrinário da Maçonaria faz que ela seja oposta a Religião na medida em que esta é a adesão firme e constante as verdades da fé ou as verdades por Deus reveladas
Num programa na Alemanha em 1981 foi colocado em destaque o relativismo religioso maçônico:

“Para a Maçonaria, que tem exigências de tolerância, não pode haver alguma cosmovisão ou alguma religião que exija absoluta vinculação a verdade; não se pode admitir, portanto, a atitude da Igreja Católica, que tem pretensão de proclamar uma autêntica Revelação Divina… A Loja Maçônica concebe as religiões como sistemas paralelos entre si e concorrentes e contesta a possibilidade de um reconhecimento objetivo da verdade.”

O grão-mestre Adriano Lemmi (+ 1906) ainda no século XIX enviou uma carta circular às todas as lojas dizendo:

“O Grande Oriente apelas para o espírito de humanidade a fim de que todos os irmãos possam unir as suas forças para dispersas as pedras do Vaticano. Com estas pedras dispersas possa ser construído o templo da Nação chegada à maioridade!”

Só essas declarações já são o suficiente para um católico não aderir a Maçonaria, mas acrescentemos ainda o seguinte: O pesquisador Stephen Knight empenhou-se por desvendar algo do que ocorre nos graus superiores da Maçonaria e, a grande custo, conseguiu colher dados que publicou no livro “A Fraternidade” em 1984. Revelou que no alto grau “Santa Arca Régia”, em vez do “Grande Arquiteto do Universo”, aparece o nome Jah-Bul-Ou.

“Jah” vem de Jahved, nome de Deus revelado a Moisés, conforme Ex 3, 14s; “Bul” vem de Baal, a divindade abominável mencionada em 1Rs 18, 22; 19, 19; 2Rs 10, 19.28; Rm 11, 4 e “On” que provavelmente vem de Osiris, divindade mitológica do Egito. Donde se vê como o próprio conceito de Deus é pervertido à medida que o maçom sabe na escala da sua loja.

Como disse no início do artigo, a idéia principal não é demonizar as pessoas que são maçons, mas sim trazer a argumentação do “porque” os católicos não podem ser maçons.

Rezemos sempre! Busquemos sempre a Deus! Sigamos as Suas ordens! Sejamos fiéis a Jesus Cristo, como Ele mesmo questiona em São Lucas 6, 46 “Por que me chamais: Senhor, Senhor… e não fazeis o que digo?”

Busquemos sempre a verdade, o caminho de conversão, o caminho sagrado e a verdade é próprio Cristo, conforme em São João 14, 6 “Jesus lhe respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”


A Paz!

Fernando Y. Kanizawa
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